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Teste 11_6_18 – Teste Joseph Necéphore

07/06/2018

Joseph-Nicéphore Niépce


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Nicéphore Niépce

O inventor Francês Joseph-Nicéphore Niépce, nascido em 7 de março de 1765, Chalon-sur-Saône, França, faleceu em 5 de julho de 1833, Chalon-sur-Saône. Tornou-se o primeiro a fazer uma imagem fotográfica permanente. Ele era filho de uma família rica, nada obstante, suspeita-se,  de simpatias monarquistas. Assim,  Niépce fugiu da Revolução Francesa, mas voltou a servir no exército francês sob o comando de Napoleão Bonaparte. Foi dispensado do serviço militar por causa de problemas de saúde, e se estabeleceu perto de sua cidade natal de Chalon-sur-Saône, onde permaneceu envolvido em pesquisas.

O piretróforo reconstituído

Em 1807, Niépce e seu irmão Claude inventaram um motor de combustão interna, que chamaram de Pyréolophore, explicando, uma combinação das palavras gregas para “fogo”, “vento” e “eu produzo”. O resultado do trabalho engloba um sistema de pistão e cilindro similar aos motores movidos à gasolina do século XX: “… Por iniciativa de Manuel Bonnet e sob a direção técnica de Jean-Louis Bruley, Speos / Niépce Casa decidiu comemorar o bicentenário do Pyreolophore por reconstruí-lo como era originalmente. Este é o primeiro motor de combustão interna que foi inventado e patenteado pelos irmãos Niépce em 1807. Dez anos mais tarde, eles vão ser o primeiro no mundo a operar um motor de combustão interna utilizando um sistema de injeção de combustível”.  http://www.photo-museum.org

Participaram na reconstituição do piretróforo.
Da direita para a esquerda, Jean-Louis Bruley, Olivier Pironneau da Academia de Ciências e sua esposa.

A biografia resumida de  Nicéphore Niépce  teve como fonte de inspiração a Enciclopédia Britânica. O inventor Francês Joseph-Nicéphore Niépce, nascido em 7 de março de 1765, Chalon-sur-Saône, França, faleceu em 5 de julho de 1833, Chalon-sur-Saône. Tornou-se o primeiro a fazer uma imagem fotográfica permanente. Ele era filho de uma família rica, nada obstante, suspeita-se,  de simpatias monarquistas. Assim,  Niépce fugiu da Revolução Francesa, mas voltou a servir no exército francês sob o comando de Napoleão Bonaparte. Foi dispensado do serviço militar por causa de problemas de saúde, e se estabeleceu perto de sua cidade natal de Chalon-sur-Saône, onde permaneceu envolvido em pesquisas.

Em 1807, Niépce e seu irmão Claude inventaram um motor de combustão interna, que chamaram de Pyréolophore, explicando, uma combinação das palavras gregas para “fogo”, “vento” e “eu produzo”. O resultado do trabalho engloba um sistema de pistão e cilindro similar aos motores movidos à gasolina do século XX. A seguir, o diagrama do primeiro motor de combustão interna, o Pyréolophore, de 1806, desenhado pelos irmãos Niépce.

pyreolophore-niepce-nicephore

Em 1813, quando a litografia tornou-se conhecida, Niépce começou a experimentar a técnica de impressão. Pesquisas sobre a litografia, nos remete ao conceito de lavra da  ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras:

 “A litografia (de lithos, “pedra” e graphein, “escrever”) é descoberta no final do século XVIII por Aloys Senefelder (1771-1834), dramaturgo da Bavária que busca um meio econômico de imprimir suas peças de teatro. Trata-se de um método de impressão a partir de imagem desenhada sobre base, em geral de calcário especial, conhecida como “pedra litográfica”. Após desenho feito com materiais gordurosos (lápis, bastão, pasta etc.), a pedra é tratada com soluções químicas e água que fixam as áreas oleosas do desenho sobre a superfície. A impressão da imagem é obtida por meio de uma prensa litográfica que desliza sobre o papel.  A flexibilidade do processo litográfico permite resultados diversos em função dos materiais empregados: em lugar da pedra, cada vez mais são usadas chapas de plástico ou metal, em particular de zinco. O desenho, por sua vez, altera sua fisionomia de acordo com o uso de pena, lápis ou pincel. Testes de cor, texturas, graus de luminosidade e transparência conferem às litografias distintos aspectos.

De extensa aplicação na indústria como processo gráfico – por meio do offset -, a litografia é testada por artistas de diferentes épocas. Francisco de Goya (1746-1828) emprega a litografia no período final de sua vida quando realiza, entre outros, a série Touros em Bordéus. Thédore Géricault (1791-1824), Eugène Delacroix (1798-1863) e Honoré Daumier (1808-1879) são outros exímios na técnica. Daumier, particularmente, executa a litogravura na maior parte de sua obra – calcula-se mais de 4.000 -, sobretudo em seus cartuns políticos e charges sociais. Edvard Munch (1863-1944), por sua vez, reproduz uma série de pinturas de sua própria autoria, como a famosa tela O Grito, que passa à litografia, em 1895, e Melancolia, 1896. A litografia em cores mobiliza o interesse de artistas franceses como Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901), Pierre Bonnard (1867-1947) e Édouard Vuillard (1868-1940), influenciados de perto pelo sucesso das xilogravuras japonesas. Na Inglaterra é possível lembrar as estampas simbolistas de William Blake (1757-1827) e as imagens de James Whistler (1834-1903)”.

Entretanto, não qualificado no desenho, e incapaz de obter pedra litográfica local, diante do desafio, ele procurou uma maneira de fornecer imagens automaticamente. Dessa maneira,  Niépce procurou substâncias sensíveis à luz, em um esforço para copiar as gravuras sobrepostas à luz do sol.

Capacitando-se ele progrediu. Em meados de abril de 1816, começa as primeiras tentativas com a de fotografia, que ele chamou de heliografia,  um processo fotográfico com Imagem Heliográfica, composta de  “uma placa de estanho derivado de um petróleo fotossensível, podendo ficar cerca de 8 horas na exposição solar”, um processo de baixa velocidade de captação e pouca qualidade de imagem.

A experiência que registrou, foi de uma visão de sua janela de trabalho, captada através de em papel sensibilizado com cloreto de prata, mas foi apenas parcialmente capaz de fixar a imagem. Em seguida, ele tentou vários tipos de suportes para o betume da Judeia, uma espécie de asfalto que endurece com a exposição à luz. Usando este material, ele conseguiu, em 1822, obter uma cópia fotográfica de uma gravura sobreposta ao vidro. Em 1826/27, usando uma câmera, ele fez uma vista de sua sala de trabalho em uma placa de estanho, sendo esta a primeira imagem fixada permanentemente da natureza”.

Entretanto, não qualificado no desenho, e incapaz de obter pedra litográfica local, diante do desafio, ele procurou uma maneira de fornecer imagens automaticamente. Dessa maneira,  Niépce procurou substâncias sensíveis à luz, em um esforço para copiar as gravuras sobrepostas à luz do sol.
Capacitando-se ele progrediu. Em meados de abril de 1816, começa as primeiras tentativas com a de fotografia, que ele chamou de heliografia,  um processo fotográfico com Imagem Heliográfica, composta de  “uma placa de estanho derivado de um petróleo fotossensível, podendo ficar cerca de 8 horas na exposição solar”, um processo de baixa velocidade de captação e pouca qualidade de imagem.
A experiência que registrou, foi de uma visão de sua janela de trabalho, captada através de em papel sensibilizado com cloreto de prata, mas foi apenas parcialmente capaz de fixar a imagem. Em seguida, ele tentou vários tipos de suportes para o betume da Judeia, uma espécie de asfalto que endurece com a exposição à luz. Usando este material, ele conseguiu, em 1822, obter uma cópia fotográfica de uma gravura sobreposta ao vidro. Em 1826/27, usando uma câmera, ele fez uma vista de sua sala de trabalho em uma placa de estanho, sendo esta a primeira imagem fixada permanentemente da natureza.

O metal tinha a vantagem de ser inquebrável e era mais adequado para o subsequente processo de gravação para produzir uma chapa de impressão, que era o objetivo final da Niépce. Em 1826, ele produziu outro heliógrafo, uma reprodução de um retrato gravado, gravada pelo gravador parisiense Augustin-François Lemaître, que tirou duas cópias. Assim Niépce não apenas resolveu o problema de reproduzir a natureza pela luz, mas inventou o primeiro processo de reprodução fotomecânico. Durante uma visita à Inglaterra em 1827, Niépce dirigiu um memorando em sua invenção da Royal Society, em Londres, mas sua insistência em manter o segredo do método impediu que o assunto fosse investigado.

Incapaz de reduzir os tempos de exposição muito longos por meios químicos ou ópticos, Niépce em 1829 finalmente cedeu às aberturas repetidas de Louis-Jacques-Mandé Daguerre, um pintor parisiense, por uma parceria para aperfeiçoar e explorar a heliografia. Niépce morreu sem ver nenhum avanço, mas, com base em seu conhecimento e trabalhando com seus materiais, Daguerre conseguiu reduzir o tempo de exposição através da descoberta de um processo químico para o desenvolvimento (visível) da imagem latente (invisível).